Teste Fiat Argo Drive 1 0 2023: Como anda o hatch reestilizado

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Teste Fiat Argo Drive 1 0 2023: Como anda o hatch reestilizado

O pacote de itens de série do Argo Drive 1.0 é bom. O que o Argo fica devendo mesmo é na parte de segurança, trazendo apenas os obrigatórios airbag duplo frontal e freios ABS, isso em um mercado em que rivais contam com pelo menos 4 ou até 6 bolsas de airbag. Os controles eletrônicos de estabilidade e tração e assistente de partida em rampa que equipam o modelo testado fazem parte do pacote Safety (R$ 1.980), mas bem que poderiam já vir de série. Caso você sinta falta de itens como retrovisores e vidros traseiros elétricos e sensor de estacionamento, vai ter que adicionar o pacote S-Design (R$ 3.969).

Ficha técnica completa Fiat Argo

A grade soma também o emblema da Fiat famoso na década de 1990, mas que aqui traz as cores da bandeira da Itália. O Argo 2023 passou por leves retoques visuais, concentrados na dianteira. A grade cresceu e se integrou ainda mais aos faróis aos faróis, com bordas mais espessas. O para-choque ganhou vincos mais marcados nas extremidades e a abertura inferior é nova. Segundo a Fiat, essa é uma forma de “conservar a herança italiana design do modelo”. A linha 2023 do Fiat Argo chegou de forma tímida, com mudanças visuais discretas e poucas informações sobre versões e preços. Poucos dias se passaram até que o modelo teve todos os detalhes disponibilizados pela marca, ficando clara a timidez inicial.

Como é o Fiat Argo que custa mais de R$ 100 mil

Internamente, o Argo Drive 1.0 também tem visual interessante. Os destaques vão para a tela TFT de 3,5” no quadro de instrumentos e para a (opcional) central multimídia UCONNECT, intuitiva e com boas respostas. Dirigindo você não sente falta de vigor do motor 1.0 com bom torque em baixas e médias rotações, que proporciona um desempenho favorável mesmo em 2ª marcha em subidas mais íngremes. Mérito do motor três cilindros com torque máximo de 10,7 kgfm em 3.250 rpm, mas que oferta uma boa força antes mesmo dessa faixa de rotações.

Desempenho

A foto apresentada pode não ser necessariamente da versão em questão, podendo haver variação. Os dados técnicos aqui apresentados foram fornecidos pela montadora e/ou importador na época do lançamento do modelo, podendo terem sido alterados a qualquer momento, sem prévia comunicação. Para os dados de consumo do Fiat Argo, utilizamos como referência os dados divulgados pelo Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular (PBEV), do Inmetro. E antes que você diga que o artigo disse 14,2KM/L, digo que isso foi a média. Depende de fatores como rua/estrada e modo de dirigir. Muito Baixo , não sei te falar mas a traseira é mais alta que a frente delea frente dele é realmente muito baixo , veja isso bem antes de comprar , se for comprar .

Preço do Fiat Argo Drive 1.0 2024

Pode desativar o sistema, mas terá que abastecer o veículo mais vezes. O entre-eixos do Argo, de 2,52 m, é parelho com os dos concorrentes Chevrolet Onix (também 2,52 m) e Hyundai HB20 (2,5 m). No entanto, a Fiat conseguiu racionalizar o projeto e dar espaço mais do que suficiente para motorista e passageiros. Se não precisar de espaço e quiser manter a confiabilidadedo motor Firefly, a dica é ir até a Peugeot e procurar pelo 208.

Argo Trekking 1.3 (Flex)

  • A aceleração de 0 a 100 km/h é feita em 13,4 segundos e a velocidade máxima é de 160 km/h.
  • A grade cresceu e se integrou ainda mais aos faróis aos faróis, com bordas mais espessas.
  • Os vincos do capô convergem para a grade enorme dividida ao meio em formato de colmeia e dão ao hatch tom mais agressivo.
  • Porém, ainda não há informações de quando nem de quais versões irão recebê-lo.
  • Contudo, prepare-se para dar aquela esticada, pois as retomadas são lastimáveis.

Já são seis anos no mercado, passou da hora da Fiat promovernovidades mais robustas para seu segundo carro mais vendido. Vale lembrar que o motor Firefly utiliza corrente decomando, que não acarreta manutenção, sendo um item a menos para o motorista sepreocupar. É certo que a transmissão CVT equipará o Argo, em uma configuração idêntica à vista em Strada e Pulse.  argo 2020 , ainda não há informações de quando nem de quais versões irão recebê-lo. É proibida a reprodução total ou parcial das informações contidas neste artigo, mesmo que citada a fonte. A opinião de nossos colaboradores não reflete necessariamente as diretrizes do portal Heycar News. O material acima é meramente informativo, sem qualquer valor jurídico.

  • É um meio termo perfeito para rodar na baixa qualidade do asfalto das ruas brasileiras, passando por ondulações e valetas com bastante conforto e sem raspar a dianteira.
  • Este aliás é um ponto de destaque o hatch até hoje, mesmo que o entre-eixos não seja o maior do segmento (são 2.521 mm), nota-se que o aproveitamento de espaço na cabine foi bem planejado desde quando o Argo ainda estava nas pranchetas.
  • Não é difícil o motorista errar na horade engatar uma das marchas.
  • O plástico do painel central pode ser duro, mas tem boa aparência e não incomoda no toque.
  • O câmbio manual de cinco marchas do Argo Drive 1.0 tem curso muito longo e tem engates muito imprecisos.

A aceleração de 0 a 100 km/h é realizada em 13,4 segundos e a velocidade máxima é de 160 km/h. Tenho um Argo 1.0 consumo dele é 10 km/ L na cidade não faz mas que isso. Pela pesquisa que fiz sobre o Fiat Argo, posso dizer com toda certeza que é um carro ( justo ). Ou seja, é um veiculo que cumpre o seu cargo de carro econômico e prático. Comprei o meu Argo 2022, está com 4 mil KM rodados – faz 14km/L urbano e 18km/L na estrada, ambos na gasolina (não testei no álcool).

Segurança ativa e passiva

Muitos têm comentado que o Argo é o melhor lançamento da Fiat em anos. À exceção da picape Toro, os últimos produtos da fabricante não são um sucesso de crítica. Problemas mecânicos, precificação não condizente com o segmento e a falta de confiança do consumidor foram alguns entraves encarados por inúmeros veículos (vide o Mobi). Contudo, voltemos a nos ater ao modelo aqui testado, o substituto de Punto e Bravo – mais especificamente, o Argo Drive 1.0. A grade também teve mudanças e está unificada com os faróis halógenos, oferecendo uma leitura mais fluida do estilo da dianteira. Por causa da entrega de torque em baixa, o modelo tem desempenho bem esperto em ambiente urbano. Em cidades com topografia acidentada o hatchback sofre um bocado. O 1.0 Firefly entrega apenas 72 cv de potência quando abastecido com gasolina e 76 cv com etanol. Menos que seus principais concorrentes (78 cv do Onix e 75cv do HB20, ambos com gasolina). Além disso, o hatch da Fiat conta com transmissão manual de cinco velocidades e tração dianteira. Para descobrir os preços de outros veículos, acesse a Tabela Fipe do Garagem360. Isso é muito importante para nosso padrão de qualidade nas informações. Nunca que o Argo faz isso, me arrependi de ter comprado. Todavia, o calcanhar de Aquiles do conjunto mecânico é a antiquada transmissão. O câmbio manual de cinco marchas do Argo Drive 1.0 tem curso muito longo e tem engates muito imprecisos. O carro transmite segurança e firmeza nas curvas. Já na traseira, o Fiar Argo tem lanternas que evocam Alfa Romeo. É muito parecido com o que já vemos há algum tempo no mercado (Hyundai HB20, alguém?). Em relação aos equipamentos, a Stellantis não aplicou ao Argo a mesma estratégia do Peugeot 208, que oferece uma boa lista desde a versão mais barata. No Fiat, os preços mais baixos fazem jus ao pacote menos atraente. A versão Trekking mantém boa parte das alterações feitas nas mais básicas, mas segue com suas particularidades, como as bases dos para-choques com apliques mais robustos, rack de teto e molduras plásticas nas caixas de rodas. O aventureiro também segue com teto preto e adesivos laterais, traseiro e no capô. Para este novo tempo, a primeira reestilização do Fiat Argo mostra isso.